"E se, na verdade, não importa o que você faz e sim como você faz, seja lá o que for?
Como isso mudaria o que você decidiu fazer com a sua vida?
E se você pudesse ser mais presente e ter uma atitude mais acolhedora com cada pessoa que encontrasse, se, em vez de estar fazendo um trabalho que achasse importante, estivesse trabalhando como caixa de uma pequena loja ou recepcionista de um estacionamento?
Como isso mudaria o modo como você quer passar seu precioso tempo neste planeta?
E caso sua contribuição para o mundo e a conquista da sua felicidade não dependam da descoberta de um novo método de rezar ou de uma técnica de meditação mais adequada, nem de ler o livro certo ou comparecer ao seminário apropriado, e sim de você realmente ver e apreciar profundamente a si mesmo e ao mundo como eles são neste momento?
Como isso afetaria sua busca de crescimento espiritual?
E se não houver necessidade de mudar, de se transformar numa pessoa mais bondosa, mais presente, mais amorosa ou mais sábia?
Como isso afetaria todos os aspectos da sua vida em que você está sempre procurando ser melhor?
E se a tarefa for simplesmente desabrochar, se tornar quem você realmente é - uma pessoa meiga, bondosa, capaz de viver plenamente e de estar apaixonadamente presente?
Como isso afetaria a maneira como você se sente quando acorda de manhã?
E se quem você é essencialmente agora for exatamente o que você será sempre?
Como isso afetaria o modo como você se sente em relação ao futuro?
E se a essência de quem você é e sempre foi for suficiente?
Como isso afetaria a forma como você vê e se sente em relação ao passado?
E se a questão não for: por que é tão raro eu ser a pessoa que realmente quero ser, e, sim, por que é tão raro eu querer ser a pessoa que realmente sou?
Como isso mudaria o que você acha que precisa aprender?
E se o fato de nos tornarmos quem realmente somos não acontecer através do esforço e da tentativa, e sim por reconhecermos e aceitarmos as pessoas, os lugares e as experiências que nos oferecem o calor do estímulo de que precisamos para desabrochar?
Como isso determinaria as escolhas que você faz a respeito de como quer viver o momento presente?
E se você soubesse que o impulso para agir de uma maneira que irá criar a beleza no mundo surgirá bem no seu íntimo e servirá de orientação sempre que você simplesmente prestar atenção e esperar?
Com isso daria forma à sua quietude, seu movimento, sua disposição de seguir este impulso, de apenas se soltar e DANÇAR?"
Oriah Mountain Dreamer. A Dança. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.
sexta-feira, 7 de março de 2014
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Sonhando a unidade
"Conduz-me suavemente ao amanhecer
onde meu sonho se transforma em luz,
unindo-se à radiância do sol,
e espelhando o azul do vôo do meu espírito.
Conduz-me de volta ao mundo da vigília,
com imagens vivas impressas no meu coração,
segurando os mapas dos caminhos renascidos,
para que minha vida se transforme em obra de arte viva."
Jamie Sams. Dançando o sonho: os sete caminhos sagrados da transformação humana. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.
onde meu sonho se transforma em luz,
unindo-se à radiância do sol,
e espelhando o azul do vôo do meu espírito.
Conduz-me de volta ao mundo da vigília,
com imagens vivas impressas no meu coração,
segurando os mapas dos caminhos renascidos,
para que minha vida se transforme em obra de arte viva."
Jamie Sams. Dançando o sonho: os sete caminhos sagrados da transformação humana. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Dançando o sonho
"Onde estão as danças da Unidade
que eu conhecia antes de nascer?
Será que abri mão de minha totalidade
para poder caminhar pela Terra?
Será que escolhi o esquecimento
para tornar a vida mais real?
Será que habitei um corpo humano
para que pudesse aprender a sentir?
Estou aqui para dançar esse sonho
em minha sagrada forma humana.
Para celebrar minha singularidade
e não pedir a ninguém que me siga.
Dançando as lições da vida
aprenderei a me movimentar com graça
enquanto sonho que me recordo
do potencial da raça humana."
Jamie Sams. Dançando o sonho - os sete caminhos sagrados da transformação humana. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.
que eu conhecia antes de nascer?
Será que abri mão de minha totalidade
para poder caminhar pela Terra?
Será que escolhi o esquecimento
para tornar a vida mais real?
Será que habitei um corpo humano
para que pudesse aprender a sentir?
Estou aqui para dançar esse sonho
em minha sagrada forma humana.
Para celebrar minha singularidade
e não pedir a ninguém que me siga.
Dançando as lições da vida
aprenderei a me movimentar com graça
enquanto sonho que me recordo
do potencial da raça humana."
Jamie Sams. Dançando o sonho - os sete caminhos sagrados da transformação humana. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.
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