Una cuncuna amarilla
Debajo de un hongo vivía
Allí en medio de una rama
Tenia escondida su cama
Comía pedazos de hojas
Tomaba el sol en las copas
Le gustaba subirse a mirar
A los bichitos que pueden volar
¿Porque no seré como ellos?
Preguntaba mirando a los cielos
¿Porque me tendré que arrastrar?
Si yo, lo que quiero es volar
Un día se pasó algo raro
Sentía su cuerpo inflado
No tuvo ganas de salir
Solo quería dormir
Se puso camisa de seda
Se escondió en una gran higuera
Todo el invierno durmió
Y con alas se despertó
Ahora ya puedo volar
Como ese lindo zorzal
Mariposa yo soy
Con mis alitas yo me voy.
Popular
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Jardim
“O segredo não é correr atrás das borboletas...
É cuidar do jardim para que elas venham até você...”
Mário Quintana
É cuidar do jardim para que elas venham até você...”
Mário Quintana
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Gratuidade
Meu amor independe do que me fazes.
Não cresce do que me dás.
Se fosse assim
ele flutuaria ao sabor dos teus gestos.
Teria razões e explicações.
Se um dia teus gestos de amante me faltassem,
ele morreria como a flor arrancada da terra.
“Amor é estado de graça
e com amor não se paga.”
Nada mais falso do que o dito popular
que afirma que “amor com amor se paga.”
O amor não é regido
pela lógica das trocas comerciais.
Nada te devo. Nada me deves.
Como a rosa que floresce porque floresce,
eu te amo porque te amo.
Rubem Alves. O retorno e terno. Papirus.
Não cresce do que me dás.
Se fosse assim
ele flutuaria ao sabor dos teus gestos.
Teria razões e explicações.
Se um dia teus gestos de amante me faltassem,
ele morreria como a flor arrancada da terra.
“Amor é estado de graça
e com amor não se paga.”
Nada mais falso do que o dito popular
que afirma que “amor com amor se paga.”
O amor não é regido
pela lógica das trocas comerciais.
Nada te devo. Nada me deves.
Como a rosa que floresce porque floresce,
eu te amo porque te amo.
Rubem Alves. O retorno e terno. Papirus.
domingo, 26 de julho de 2009
Tecendo a manhã
Um galo sozinho não tece uma manhã;
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro: de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros se cruzem
os fios do sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
Se vá tecendo, entre os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
João Cabral de Melo Neto
ele precisará sempre de outros galos.
De um que apanhe esse grito que ele
e o lance a outro: de um outro galo
que apanhe o grito que um galo antes
e o lance a outro; e de outros galos
que com muitos outros se cruzem
os fios do sol de seus gritos de galo,
para que a manhã, desde uma teia tênue,
Se vá tecendo, entre os galos.
E se encorpando em tela, entre todos,
se erguendo tenda, onde entrem todos,
se entretendendo para todos, no toldo
(a manhã) que plana livre de armação.
A manhã, toldo de um tecido tão aéreo
que, tecido, se eleva por si: luz balão.
João Cabral de Melo Neto
sábado, 25 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Profecia Celestina
A Primeira Visão é a visão do despertar. Contemplamos nossa vida e percebemos que existem mais coisas acontecendo do que imaginávamos. Além das nossas rotinas e desafios do dia-a-dia, podemos detectar a influência do elemento divino: “coincidências significativas” que parecem estar nos enviando mensagens e nos conduzindo a uma direção particular. No início apenas vislumbramos essas coincidências enquanto passamos rapidamente por elas, praticamente sem notá-las. Finalmente, porém, começamos a diminuir a velocidade e examinar mais de perto esses eventos. Receptivos e alertas, somos mais capazes de detectar o evento sincronístico seguinte. As coincidências parecem fluir e refluir, algumas vezes avançando rapidamente numa rápida sucessão, outras nos deixando quietos. Contudo, sabemos que descobrimos o processo da alma que guia nossa vida para a frente. As Visões remanescentes mostram como aumentar a freqüência dessa misteriosa sincronicidade e descobrir o destino final em direção ao qual estamos sendo levados.
A Segunda Visão é a consciência de que nossa percepção das misteriosas coincidências da vida é uma ocorrência histórica significativa. Depois do colapso da visão de mundo medieval, perdemos a segurança oriunda da maneira como a Igreja explicava o universo. Por conseguinte, há quinhentos anos atrás, decidimos coletivamente nos concentrarmos em dominar a natureza, em usar nossa ciência e tecnologia para nos acomodarmos no mundo. Pusemo-nos então a criar uma segurança secular destinada a substituir a certeza espiritual que perdêra-mos. Para nos sentirmos mais seguros, sistematicamente afastamos e negamos os aspectos misteriosos da vida no planeta. Fabricamos a ilusão de que vivíamos num universo totalmente explicável e previsível, no qual eventos acidentais não tinham nenhum significado. Para manter a ilusão, tendemos a negar qualquer indício do contrário, a restringir a pesquisa científica dos eventos paranormais, e a adotar uma atitude de absoluto ceticismo. Explorar as dimensões místicas tornou-se quase um tabu. Aos poucos, contudo, um despertar teve início. Nosso despertar não é nada menos do que nos libertarmos da preocupação secular da era moderna, e abrirmos nossa mente para uma visão nova e mais verdadeira do mundo.
A Terceira Visão descreve nossa visão do universo como energia dinâmica. Ao contemplarmos o mundo que nos cerca, não mais podemos pensar que tudo é composto de substância material. A partir das inúmeras descobertas da física moderna e da crescente síntese com a sabedoria do oriente, estamos começando a perceber o universo como um vasto campo de energia, um mundo quântico no qual todos os fenômenos estão interligados e respondem uns aos outros. A partir da sabedoria do pensamento oriental, sabemos que temos acesso a essa energia universal. Podemos projetá-la para fora com nossos pensamentos e intenções, influenciando nossa realidade e a realidade dos outros.
A Quarta Visão é a consciência de que os seres humanos com freqüência rompem sua ligação interior com essa energia mística. Em decorrência disto, temos tido a tendência de nos sentirmos fracos e inseguros, e com freqüência procuramos nos reerguer sugando energia de outros seres humanos. Fazemos isso tentando manipular ou dominar a atenção dos outros. Quando conseguimos conquistar à força a atenção de uma pessoa, somos impulsionados pela energia dela, o que nos torna fortes, mas enfraquece a outra pessoa. Com freqüência os outros se rebelam contra esta usurpação da sua força, gerando uma luta pelo poder. Todos os conflitos do mundo têm origem nessa luta pela energia humana.
A Quinta Visão é a experiência da ligação interior com a energia divina. Ao explorar e seguir nossa divindade interior, podemos estabelecer um contato pessoal com um tipo de experiência chamada mística. Em nossa busca deste estado alterado, distinguimos entre a descrição intelectual desta consciência e a consciência em si. Sob este aspecto, aplicamos certas medidas experimentais que indicam que estamos em conexão com essa energia universal. Por exemplo, sentimos o corpo leve? Sentimos uma leveza nos pés? Experimentamos uma intensificação da percepção como cores, aromas, sabores, sons e um senso de beleza mais vívidos? Experimentamos um senso de unidade, uma total segurança? E acima de tudo, vivenciamos o estado de consciência que chamamos de amor? Não em relação a alguém ou alguma coisa, mas como uma constante sensação que sustenta nossa vida. Não queremos mais apenas falar a respeito da consciência mística. Temos a coragem de por em prática essas medidas para realmente buscar esta união com o divino. É esta conexão com a energia total que resolve todos os conflitos. Não mais precisamos da energia do outro.
A Sexta Visão é a consciência de que perdemos nossa ligação interior com a energia divina. Com freqüência descobrimos que nessas ocasiões estamos recorrendo à nossa maneira pessoal (e inconsciente) de manipular os outros e subtrair a energia deles. Estas manipulações são geralmente passivas ou agressivas. A maioria das passivas podem ser chamadas de a abordagem da vítima, ou do Coitadinho de Mim: sempre concebemos os acontecimentos como negativos, buscamos a ajuda dos outros, descrevemos os eventos de maneira a fazer os outros se sentirem culpados (ou obrigando-os portanto a nos conceder atenção e energia).
A estratégia do Distante é menos passiva: damos respostas vagas às perguntas, jamais nos comprometemos com alguma coisa, obrigamos os outros a nos perseguirem para poderem nos compreender. Quando as outras pessoas correm atrás de nós para tentar nos compreender, obtemos a atenção delas e, por conseguinte, a energia delas.
O método crítico, ou Interrogador, é mais agressivo do que os dois anteriores: procuramos descobrir algo errado no que os outros fazem, estamos sempre controlando as pessoas. Se as pegamos cometendo o que consideramos um erro, nós as deixamos constrangidas, extremamente cautelosas, preocupadas com o que podemos pensar. Elas nos observam com o canto dos olhos, nos dando atenção e enviando energia. O mais agressivo de todos é o estilo Intimidador: nós nos mostramos descontrolados, explosivos, perigosos e hostis. Os outros nos observam atentamente, e desse modo recebemos a energia deles.
Como tempos a tendência de repetir essas manipulações com todas as pessoas que encontramos, e de estruturar os eventos da nossa vida em torno desses expedientes, eles podem ser considerados “dramas de controle”, padrões repetitivos que parecem atrair interminavelmente as mesmas situações. No entanto, tão logo tornamos conscientes nossos dramas de controle, começamos a nos surpreender cada vez que revertemos a eles, podendo assim permanecer mais ligados à nossa infância pode revelar como nossos dramas de controle evoluíram, mas tão logo as situações são perdoadas, conseguimos ver razões mais profundas para termos sido colocados na nossa família. A partir dos pontos fortes dos nossos pais e de questões particulares de crescimento que eles não concluíram, podemos deduzir nossa questão vital básica bem como nosso trabalho ou “missão” no mundo.
A Sétima Visão é a conscientização de que as coincidências têm nos conduzido o tempo todo À realização da nossa missão e à busca da nossa questão vital básica. Dia a dia, contudo, nosso crescimento se dá através do entendimento e do acompanhamento das questões menos importantes que se originam nas nossas metas mais amplas. Tão logo formulamos corretamente as perguntas, as respostas sempre aparecem através de misteriosas oportunidades. Cada sincronicidade, por mais que conduza ao crescimento, sempre nos deixa com uma outra questão fundamental, de modo que nossa vida avança através de um processo de pergunta, resposta, uma nova pergunta, à medida que evoluímos ao longo do nosso caminho espiritual. As respostas sincronísiticas são oriundas de muitas fontes: dos sonhos, devaneios, pensamentos intuitivos, e, com maior freqüência, de outras pessoas que se sentem inspiradas a nos trazer uma mensagem.
A Oitava Visão é a consciência de que a maior parte das sincronicidades têm lugar através das mensagem que nos são trazidas por outras pessoas e que uma nova ética espiritual com relação aos outros estimula essa sincronicidade. Se não competirmos energeticamente com as outras pessoas, e permanecermos ligados à energia mística interior, podemos elevar as vibrações dos outros com nossa energia, focalizando a beleza em cada rosto, enxergando o gênio superior de cada indivíduo com quem entramos em contato. A energia que transmitimos ao eu superior conduz a outra pessoa a uma consciência mais plena de quem ela é e do que está fazendo, aumentando a possibilidade de que uma mensagem sincronística possa ser comunicada. Elevar as vibrações dos outros é especialmente importante quando interagimos com um grupo, uma vez que toda a energia do grupo pode penetrar naqueles que se vejam intuitivamente estimulados a falar. Também é importante usar esta ética ao cuidarmos das crianças e interagirmos com elas. Para elevar as vibrações das crianças, precisamos nos dirigir à sabedoria do seu eu superior e tratá-las com integridade. Precisamos tomar cuidado nos relacionamento românticos para que a ligação eufórica do amor não substitua nossa ligação com a energia mística interior. Esta euforia amorosa sempre degenera numa luta pelo poder pois as duas pessoas ficam viciadas uma na outra para a obtenção de energia.
A Nona Visão é a consciência de como a evolução se dará se vivermos as outras oito Visões. À medida que a sincronicidade aumenta, somos elevados a níveis cada vez mais altos de vibração de energia. Além disso, à medida que formos conduzidos à nossa verdadeira missão, mudaremos de profissão, vocação ou criaremos nosso próprio negócio para podermos trabalhar no campo que mais nos inspirar. Para muitos, este trabalho será automatizar a produção de bens e serviços básicos: alimentos (além dos produzidos a nível individual), abrigo, vestuário, meios de transportes, acesso aos meios de comunicação e recreação. Esta automação será sancionada porque a maioria de nós não mais concentrará na indústria nossa vida de trabalho. Não haverá abuso no acesso a esses bens porque todos estaremos sincronisticamente seguindo nosso caminho de crescimento e consumiremos apenas o necessário. A prática do dízimo, de dar aos outros que nos proporcionam insight espiritual, suplementará a renda e nos libertará de cenários rígidos de trabalho. Finalmente, a necessidade de uma moeda corrente desaparecerá totalmente quando fontes gratuitas de energia e bens duráveis permitirem que a automação seja total. À medida que a evolução prosseguir, o crescimento sincronístico elevará nossas vibrações ao ponto em que penetraremos na dimensão da vida após a morte, fundindo essa dimensão com a nossa e encerrando o ciclo nascimento/morte.
A Profecia Celestina – James Redfield.
A Segunda Visão é a consciência de que nossa percepção das misteriosas coincidências da vida é uma ocorrência histórica significativa. Depois do colapso da visão de mundo medieval, perdemos a segurança oriunda da maneira como a Igreja explicava o universo. Por conseguinte, há quinhentos anos atrás, decidimos coletivamente nos concentrarmos em dominar a natureza, em usar nossa ciência e tecnologia para nos acomodarmos no mundo. Pusemo-nos então a criar uma segurança secular destinada a substituir a certeza espiritual que perdêra-mos. Para nos sentirmos mais seguros, sistematicamente afastamos e negamos os aspectos misteriosos da vida no planeta. Fabricamos a ilusão de que vivíamos num universo totalmente explicável e previsível, no qual eventos acidentais não tinham nenhum significado. Para manter a ilusão, tendemos a negar qualquer indício do contrário, a restringir a pesquisa científica dos eventos paranormais, e a adotar uma atitude de absoluto ceticismo. Explorar as dimensões místicas tornou-se quase um tabu. Aos poucos, contudo, um despertar teve início. Nosso despertar não é nada menos do que nos libertarmos da preocupação secular da era moderna, e abrirmos nossa mente para uma visão nova e mais verdadeira do mundo.
A Terceira Visão descreve nossa visão do universo como energia dinâmica. Ao contemplarmos o mundo que nos cerca, não mais podemos pensar que tudo é composto de substância material. A partir das inúmeras descobertas da física moderna e da crescente síntese com a sabedoria do oriente, estamos começando a perceber o universo como um vasto campo de energia, um mundo quântico no qual todos os fenômenos estão interligados e respondem uns aos outros. A partir da sabedoria do pensamento oriental, sabemos que temos acesso a essa energia universal. Podemos projetá-la para fora com nossos pensamentos e intenções, influenciando nossa realidade e a realidade dos outros.
A Quarta Visão é a consciência de que os seres humanos com freqüência rompem sua ligação interior com essa energia mística. Em decorrência disto, temos tido a tendência de nos sentirmos fracos e inseguros, e com freqüência procuramos nos reerguer sugando energia de outros seres humanos. Fazemos isso tentando manipular ou dominar a atenção dos outros. Quando conseguimos conquistar à força a atenção de uma pessoa, somos impulsionados pela energia dela, o que nos torna fortes, mas enfraquece a outra pessoa. Com freqüência os outros se rebelam contra esta usurpação da sua força, gerando uma luta pelo poder. Todos os conflitos do mundo têm origem nessa luta pela energia humana.
A Quinta Visão é a experiência da ligação interior com a energia divina. Ao explorar e seguir nossa divindade interior, podemos estabelecer um contato pessoal com um tipo de experiência chamada mística. Em nossa busca deste estado alterado, distinguimos entre a descrição intelectual desta consciência e a consciência em si. Sob este aspecto, aplicamos certas medidas experimentais que indicam que estamos em conexão com essa energia universal. Por exemplo, sentimos o corpo leve? Sentimos uma leveza nos pés? Experimentamos uma intensificação da percepção como cores, aromas, sabores, sons e um senso de beleza mais vívidos? Experimentamos um senso de unidade, uma total segurança? E acima de tudo, vivenciamos o estado de consciência que chamamos de amor? Não em relação a alguém ou alguma coisa, mas como uma constante sensação que sustenta nossa vida. Não queremos mais apenas falar a respeito da consciência mística. Temos a coragem de por em prática essas medidas para realmente buscar esta união com o divino. É esta conexão com a energia total que resolve todos os conflitos. Não mais precisamos da energia do outro.
A Sexta Visão é a consciência de que perdemos nossa ligação interior com a energia divina. Com freqüência descobrimos que nessas ocasiões estamos recorrendo à nossa maneira pessoal (e inconsciente) de manipular os outros e subtrair a energia deles. Estas manipulações são geralmente passivas ou agressivas. A maioria das passivas podem ser chamadas de a abordagem da vítima, ou do Coitadinho de Mim: sempre concebemos os acontecimentos como negativos, buscamos a ajuda dos outros, descrevemos os eventos de maneira a fazer os outros se sentirem culpados (ou obrigando-os portanto a nos conceder atenção e energia).
A estratégia do Distante é menos passiva: damos respostas vagas às perguntas, jamais nos comprometemos com alguma coisa, obrigamos os outros a nos perseguirem para poderem nos compreender. Quando as outras pessoas correm atrás de nós para tentar nos compreender, obtemos a atenção delas e, por conseguinte, a energia delas.
O método crítico, ou Interrogador, é mais agressivo do que os dois anteriores: procuramos descobrir algo errado no que os outros fazem, estamos sempre controlando as pessoas. Se as pegamos cometendo o que consideramos um erro, nós as deixamos constrangidas, extremamente cautelosas, preocupadas com o que podemos pensar. Elas nos observam com o canto dos olhos, nos dando atenção e enviando energia. O mais agressivo de todos é o estilo Intimidador: nós nos mostramos descontrolados, explosivos, perigosos e hostis. Os outros nos observam atentamente, e desse modo recebemos a energia deles.
Como tempos a tendência de repetir essas manipulações com todas as pessoas que encontramos, e de estruturar os eventos da nossa vida em torno desses expedientes, eles podem ser considerados “dramas de controle”, padrões repetitivos que parecem atrair interminavelmente as mesmas situações. No entanto, tão logo tornamos conscientes nossos dramas de controle, começamos a nos surpreender cada vez que revertemos a eles, podendo assim permanecer mais ligados à nossa infância pode revelar como nossos dramas de controle evoluíram, mas tão logo as situações são perdoadas, conseguimos ver razões mais profundas para termos sido colocados na nossa família. A partir dos pontos fortes dos nossos pais e de questões particulares de crescimento que eles não concluíram, podemos deduzir nossa questão vital básica bem como nosso trabalho ou “missão” no mundo.
A Sétima Visão é a conscientização de que as coincidências têm nos conduzido o tempo todo À realização da nossa missão e à busca da nossa questão vital básica. Dia a dia, contudo, nosso crescimento se dá através do entendimento e do acompanhamento das questões menos importantes que se originam nas nossas metas mais amplas. Tão logo formulamos corretamente as perguntas, as respostas sempre aparecem através de misteriosas oportunidades. Cada sincronicidade, por mais que conduza ao crescimento, sempre nos deixa com uma outra questão fundamental, de modo que nossa vida avança através de um processo de pergunta, resposta, uma nova pergunta, à medida que evoluímos ao longo do nosso caminho espiritual. As respostas sincronísiticas são oriundas de muitas fontes: dos sonhos, devaneios, pensamentos intuitivos, e, com maior freqüência, de outras pessoas que se sentem inspiradas a nos trazer uma mensagem.
A Oitava Visão é a consciência de que a maior parte das sincronicidades têm lugar através das mensagem que nos são trazidas por outras pessoas e que uma nova ética espiritual com relação aos outros estimula essa sincronicidade. Se não competirmos energeticamente com as outras pessoas, e permanecermos ligados à energia mística interior, podemos elevar as vibrações dos outros com nossa energia, focalizando a beleza em cada rosto, enxergando o gênio superior de cada indivíduo com quem entramos em contato. A energia que transmitimos ao eu superior conduz a outra pessoa a uma consciência mais plena de quem ela é e do que está fazendo, aumentando a possibilidade de que uma mensagem sincronística possa ser comunicada. Elevar as vibrações dos outros é especialmente importante quando interagimos com um grupo, uma vez que toda a energia do grupo pode penetrar naqueles que se vejam intuitivamente estimulados a falar. Também é importante usar esta ética ao cuidarmos das crianças e interagirmos com elas. Para elevar as vibrações das crianças, precisamos nos dirigir à sabedoria do seu eu superior e tratá-las com integridade. Precisamos tomar cuidado nos relacionamento românticos para que a ligação eufórica do amor não substitua nossa ligação com a energia mística interior. Esta euforia amorosa sempre degenera numa luta pelo poder pois as duas pessoas ficam viciadas uma na outra para a obtenção de energia.
A Nona Visão é a consciência de como a evolução se dará se vivermos as outras oito Visões. À medida que a sincronicidade aumenta, somos elevados a níveis cada vez mais altos de vibração de energia. Além disso, à medida que formos conduzidos à nossa verdadeira missão, mudaremos de profissão, vocação ou criaremos nosso próprio negócio para podermos trabalhar no campo que mais nos inspirar. Para muitos, este trabalho será automatizar a produção de bens e serviços básicos: alimentos (além dos produzidos a nível individual), abrigo, vestuário, meios de transportes, acesso aos meios de comunicação e recreação. Esta automação será sancionada porque a maioria de nós não mais concentrará na indústria nossa vida de trabalho. Não haverá abuso no acesso a esses bens porque todos estaremos sincronisticamente seguindo nosso caminho de crescimento e consumiremos apenas o necessário. A prática do dízimo, de dar aos outros que nos proporcionam insight espiritual, suplementará a renda e nos libertará de cenários rígidos de trabalho. Finalmente, a necessidade de uma moeda corrente desaparecerá totalmente quando fontes gratuitas de energia e bens duráveis permitirem que a automação seja total. À medida que a evolução prosseguir, o crescimento sincronístico elevará nossas vibrações ao ponto em que penetraremos na dimensão da vida após a morte, fundindo essa dimensão com a nossa e encerrando o ciclo nascimento/morte.
A Profecia Celestina – James Redfield.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Conto
Era uma vez um jovem que visitou um grande sábio para perguntar-lhe como é que se deveria viver para adquirir a sabedoria. O ancião, ao invés de responder, propôs um desafio.
- Vou encher uma colher de azeite e você vai percorrer todos os cantos deste lugar, mas não deixe derramar uma gota sequer.
Após ter concordado, o jovem saiu com a colher na mão andando com passos pequenos, olhando fixamente para ela e segurando-a com muita firmeza. Ao voltar, orgulhoso por ter conseguido cumprir a tarefa, mostrou a colher ao ancião, que perguntou:
- Você viu as belíssimas árvores que havia no caminho? Sentiu os aromas das flores maravilhosas do jardim? Escutou o canto dos pássaros?
Sem entender muito o porquê disso tudo, o jovem respondeu que não, e o ancião disse:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida: vivendo apenas para cumprir suas obrigações sem usufruir das maravilhas do mundo. Assim nunca será sábio.
Em seguida, pediu para o jovem repetir a tarefa, mas desta vez, observando tudo pelo caminho. E lá foi o rapaz com a colher na mão, olhando e se encantando com tudo. Esqueceu da colher e passou a observar as árvores, cheirar as flores e ouvir os pássaros. Ao voltar, o ancião perguntou se ele viu tudo e o jovem extasiado disse que sim. O velho sábio pediu para ver a colher e o jovem percebeu que tinha derramado todo o conteúdo pelo caminho.
E o ancião disse:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida, vivendo para as alegrias do mundo sem cumprir suas obrigações. Assim nunca será sábio.
Para alcançar a sabedoria terá que cumprir suas obrigações sem perder a alegria de viver. Somente assim conhecerá a verdadeira sabedoria.
- Vou encher uma colher de azeite e você vai percorrer todos os cantos deste lugar, mas não deixe derramar uma gota sequer.
Após ter concordado, o jovem saiu com a colher na mão andando com passos pequenos, olhando fixamente para ela e segurando-a com muita firmeza. Ao voltar, orgulhoso por ter conseguido cumprir a tarefa, mostrou a colher ao ancião, que perguntou:
- Você viu as belíssimas árvores que havia no caminho? Sentiu os aromas das flores maravilhosas do jardim? Escutou o canto dos pássaros?
Sem entender muito o porquê disso tudo, o jovem respondeu que não, e o ancião disse:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida: vivendo apenas para cumprir suas obrigações sem usufruir das maravilhas do mundo. Assim nunca será sábio.
Em seguida, pediu para o jovem repetir a tarefa, mas desta vez, observando tudo pelo caminho. E lá foi o rapaz com a colher na mão, olhando e se encantando com tudo. Esqueceu da colher e passou a observar as árvores, cheirar as flores e ouvir os pássaros. Ao voltar, o ancião perguntou se ele viu tudo e o jovem extasiado disse que sim. O velho sábio pediu para ver a colher e o jovem percebeu que tinha derramado todo o conteúdo pelo caminho.
E o ancião disse:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida, vivendo para as alegrias do mundo sem cumprir suas obrigações. Assim nunca será sábio.
Para alcançar a sabedoria terá que cumprir suas obrigações sem perder a alegria de viver. Somente assim conhecerá a verdadeira sabedoria.
Beijo Periférico
Composição: Nô Stopa
Nesse momento,
bom é ter discernimento
pra entender o que é sim, não,
o que é perfeito,
você no caso, meu caso não é perdido.
pelo contrário,
eu desafio
se for divertida, amizade colorida,
e se a história é dolorida,
eu não.
perfeição não leva a nada se maltrata o coração.
agradeço e me pergunto pelo avesso,
pra entender o que é bom, mal,
quem vem primeiro
quem se atira ou tira o corpo fora.
quem se dispara não se dissipa.
se for desastrada, distraída, embaraçada,
se a história está errada,
eu não me arrisco.
se for desarmada, natural, envenenada,
uma história improvisada,
eu me arrisco
no seu beijo periférico.
Nesse momento,
bom é ter discernimento
pra entender o que é sim, não,
o que é perfeito,
você no caso, meu caso não é perdido.
pelo contrário,
eu desafio
se for divertida, amizade colorida,
e se a história é dolorida,
eu não.
perfeição não leva a nada se maltrata o coração.
agradeço e me pergunto pelo avesso,
pra entender o que é bom, mal,
quem vem primeiro
quem se atira ou tira o corpo fora.
quem se dispara não se dissipa.
se for desastrada, distraída, embaraçada,
se a história está errada,
eu não me arrisco.
se for desarmada, natural, envenenada,
uma história improvisada,
eu me arrisco
no seu beijo periférico.
domingo, 12 de julho de 2009
Para abrir o coração
“Tentar mudar o mundo sem mudar a nossa mente é como tentar limpar o rosto sujo que vemos no espelho esfregando o vidro. Mesmo com uma limpeza vigorosa a imagem refletida não melhorará. Só é possível alterar a imagem depois de lavar o rosto e pentear o cabelo desgrenhado. Do mesmo modo, se pretendemos ajudar a criar as condições que propiciam a paz e o bem-estar no mundo, precisamos, antes de mais nada, refletir essas qualidades.”
Para abrir o coração - Treinamento para a paz - Chagdud Tulku - Ed. Makara
Para abrir o coração - Treinamento para a paz - Chagdud Tulku - Ed. Makara
sábado, 11 de julho de 2009
A Árvore dos Desejos
No conceito Védico Indiano, o Paraíso é composto por Árvores dos Desejos. Basta alguém sentar debaixo de uma delas e desejar qualquer coisa, que imediatamente o desejo se realizará sem intervalo de tempo entre o desejo e a realização.
Conta uma velha lenda que, certa vez, um homem estava viajando e acidentalmente sentou-se embaixo de uma dessas Árvores dos Desejos.
Sem nada saber sobre isso e dominado pelo cansaço, o homem pegou no sono, à sombra de sua frondosa copa.
Quando despertou, estava com muita fome, e então disse:
-- Estou com tanta fome! Ah, como eu desejaria alguma comida agora!
E imediatamente apareceu um prato de comida à sua frente, vinda do nada, simplesmente uma deliciosa comida, flutuando no ar.
Ele estava tão faminto que não prestou atenção de onde viera a comida.
Começou a comê-la assim que a viu. Somente depois a sua fome foi saciada é que voltou a olhar ao redor.
Outro pensamento surgiu em sua mente:
-- Se ao menos eu conseguisse algo para beber...
Imediatamente apareceram excelentes sucos e vinhos.
Bebendo e relaxando na brisa fresca, sob a sombra da árvore, o homem começou a pensar:
-- O que está acontecendo? O que está havendo? Estou sonhando ou existem espíritos ao meu redor que estão fazendo truques comigo?
E diversos espíritos apareceram.
O homem começou a tremer e novamente um pensamento surgiu em sua mente:
-- Serão esses espíritos perigosos?
Logo, os espíritos se tornaram nauseantes, ferozes e começaram a fazer gestos ameaçadores para ele.
-- Ai meu Deus! Agora certamente eles vão me matar!
E assim aconteceu...
Esta parábola tem apenas um significado: Sua mente é a Árvore dos Desejos e o que você pensa, mais cedo ou mais tarde, há de se realizar.
Às vezes, o intervalo entre o pensamento e o acontecimento é tão grande que nos esquecemos completamente que, de alguma maneira, desejamos o ocorrido.
Mas, se olharmos profundamente, perceberemos que todos os nossos pensamentos, desejos, medos e receios estão criando nossas vidas.
Eles criam nosso inferno ou nosso paraíso, criando nosso tormento ou nossa alegria.
Todos nós temos mentes “mágicas” capazes de manifestar externamente, nossos desejos e pensamentos. Estamos fiando a trama das nossas vidas, tecendo o mundo dentro e fora de nós, sem ao menos termos consciência disso.
Sua vida está em suas mãos. Você pode escolher transformá-la em um inferno ou em um paraíso.
A responsabilidade é toda sua. Isso depende só de você!
(Osho)
Que tal uma reflexão nesse momento?
Você já havia percebido que muitas experiências e situações vivenciadas em sua vida tinham correlação com algo que você havia desejado ou imaginado?
Infelizmente andamos tão desatentos e preocupados com nossa rotina de afazeres que provavelmente não conseguimos observar essa Lei da Ação e Reação agindo em nossas vidas.
Queremos ser felizes, prósperos e saudáveis, mas concentramos nossa atenção em todo tipo de medo e situações destrutivas.
Temos medo da solidão, de contrairmos uma doença grave, de não podermos pagar nossas contas.
O tempo todo, pensamos e nos preocupamos com coisas que não queremos. Imaginamos acidentes, assaltos e cenas de violência, conosco ou com nossos entes queridos e depois, quando essas coisas acontecem, nos sentimos desorientados, culpamos as pessoas, o destino, o carma e a falta de sorte.
Achamos a vida injusta e cruel, quando tudo o que ela está fazendo é devolvendo o mal criado por nossas intenções, crenças e expectativas negativas.
Cada um cria a sua própria realidade, a partir do que pensa, imagina, fala e deseja.
Esses são poderosos comandos que acionam o poder co-criador de nossa mente.
Devemos entender que a função da mente não é avaliar se esses comandos são positivos ou negativos. Ela apenas os executará automaticamente. E o tempo da manifestação dependerá da intensidade e da freqüência com que ela recebe esses comandos.
Estamos nesse mundo para desenvolvermos a capacidade de nos tornarmos co-criadores conscientes. Somos deuses aprendizes!
E para isso precisamos aprender os segredos deste maravilhoso instrumento que é a mente. Nela reside o poder magnético da atração e manifestação. O mesmo poder que criou o Universo e que nos torna semelhantes de Deus.
Nosso destino é nos tornarmos como Ele, seres perfeitos e criadores.
Quando o poder de nossa mente não é dirigido pela vontade amorosa e iluminado pela consciência, ela é comandada por nosso subconsciente, por obscuras forças na forma de mecanismos sabotadores e torturadores, falsas crenças, conceitos e valores distorcidos sobre a vida, sobre nós e sobre nossos merecimentos.
Assim, se não acreditarmos que merecemos uma vida plena de amor e de suprimentos, saúde e bem estar, nenhuma força do Universo poderá nos ajudar!
Ninguém está acima da Lei de Causa e Efeito e essa lei divina decreta que temos o livre arbítrio.
Escolher ser um co-criador consciente depende só de você.
Mas, na prática, por onde começar?
É necessário trilhar o caminho do autoconhecimento e expandir a consciência de si.
Comece observando, por exemplo, o quanto você é dominado pela crença do “não-merecimento”! Saiba que os sentimentos de culpa são responsáveis por esse tipo de crença, pelas preocupações e imaginações daquilo que não queremos, como forma de nos punir e torturar.
Então, faça as pazes com você mesmo.
Perdoe todos os seus erros e falhas do passado.
Ame-se. Aceite-se. Respeite-se. Valorize-se.
Proteja-se dos pensamentos negativos e controle o uso da imaginação.
Acredite-se merecedor de todas as coisas boas desse mundo.
Visualize-se em plena saúde e bem-estar, rodeado de fartura e amor. Espere por essas coisas.
Agradeça à vida como se já tivesse recebido.
Aprenda sobre a força das afirmações e vigie muito bem as suas palavras que têm uma força tremenda. São elas que ajudam a atrair e a manifestar nossos desejos no mundo físico. São o “abracadabra” da fortuna e do infortúnio!
Ouse explorar as profundas dimensões de sua mente.
Torne- capaz de transformar a sua vida, superar dificuldades e limitações, mudar sua sorte, vencer problemas gigantescos, curar qualquer doença, atrair relacionamentos satisfatórios, prosperidade e abundância para a sua vida!
Lembre-se você está sentado sob a sua Árvore dos Desejos e pode começar a viver no paraíso agora!
Conta uma velha lenda que, certa vez, um homem estava viajando e acidentalmente sentou-se embaixo de uma dessas Árvores dos Desejos.
Sem nada saber sobre isso e dominado pelo cansaço, o homem pegou no sono, à sombra de sua frondosa copa.
Quando despertou, estava com muita fome, e então disse:
-- Estou com tanta fome! Ah, como eu desejaria alguma comida agora!
E imediatamente apareceu um prato de comida à sua frente, vinda do nada, simplesmente uma deliciosa comida, flutuando no ar.
Ele estava tão faminto que não prestou atenção de onde viera a comida.
Começou a comê-la assim que a viu. Somente depois a sua fome foi saciada é que voltou a olhar ao redor.
Outro pensamento surgiu em sua mente:
-- Se ao menos eu conseguisse algo para beber...
Imediatamente apareceram excelentes sucos e vinhos.
Bebendo e relaxando na brisa fresca, sob a sombra da árvore, o homem começou a pensar:
-- O que está acontecendo? O que está havendo? Estou sonhando ou existem espíritos ao meu redor que estão fazendo truques comigo?
E diversos espíritos apareceram.
O homem começou a tremer e novamente um pensamento surgiu em sua mente:
-- Serão esses espíritos perigosos?
Logo, os espíritos se tornaram nauseantes, ferozes e começaram a fazer gestos ameaçadores para ele.
-- Ai meu Deus! Agora certamente eles vão me matar!
E assim aconteceu...
Esta parábola tem apenas um significado: Sua mente é a Árvore dos Desejos e o que você pensa, mais cedo ou mais tarde, há de se realizar.
Às vezes, o intervalo entre o pensamento e o acontecimento é tão grande que nos esquecemos completamente que, de alguma maneira, desejamos o ocorrido.
Mas, se olharmos profundamente, perceberemos que todos os nossos pensamentos, desejos, medos e receios estão criando nossas vidas.
Eles criam nosso inferno ou nosso paraíso, criando nosso tormento ou nossa alegria.
Todos nós temos mentes “mágicas” capazes de manifestar externamente, nossos desejos e pensamentos. Estamos fiando a trama das nossas vidas, tecendo o mundo dentro e fora de nós, sem ao menos termos consciência disso.
Sua vida está em suas mãos. Você pode escolher transformá-la em um inferno ou em um paraíso.
A responsabilidade é toda sua. Isso depende só de você!
(Osho)
Que tal uma reflexão nesse momento?
Você já havia percebido que muitas experiências e situações vivenciadas em sua vida tinham correlação com algo que você havia desejado ou imaginado?
Infelizmente andamos tão desatentos e preocupados com nossa rotina de afazeres que provavelmente não conseguimos observar essa Lei da Ação e Reação agindo em nossas vidas.
Queremos ser felizes, prósperos e saudáveis, mas concentramos nossa atenção em todo tipo de medo e situações destrutivas.
Temos medo da solidão, de contrairmos uma doença grave, de não podermos pagar nossas contas.
O tempo todo, pensamos e nos preocupamos com coisas que não queremos. Imaginamos acidentes, assaltos e cenas de violência, conosco ou com nossos entes queridos e depois, quando essas coisas acontecem, nos sentimos desorientados, culpamos as pessoas, o destino, o carma e a falta de sorte.
Achamos a vida injusta e cruel, quando tudo o que ela está fazendo é devolvendo o mal criado por nossas intenções, crenças e expectativas negativas.
Cada um cria a sua própria realidade, a partir do que pensa, imagina, fala e deseja.
Esses são poderosos comandos que acionam o poder co-criador de nossa mente.
Devemos entender que a função da mente não é avaliar se esses comandos são positivos ou negativos. Ela apenas os executará automaticamente. E o tempo da manifestação dependerá da intensidade e da freqüência com que ela recebe esses comandos.
Estamos nesse mundo para desenvolvermos a capacidade de nos tornarmos co-criadores conscientes. Somos deuses aprendizes!
E para isso precisamos aprender os segredos deste maravilhoso instrumento que é a mente. Nela reside o poder magnético da atração e manifestação. O mesmo poder que criou o Universo e que nos torna semelhantes de Deus.
Nosso destino é nos tornarmos como Ele, seres perfeitos e criadores.
Quando o poder de nossa mente não é dirigido pela vontade amorosa e iluminado pela consciência, ela é comandada por nosso subconsciente, por obscuras forças na forma de mecanismos sabotadores e torturadores, falsas crenças, conceitos e valores distorcidos sobre a vida, sobre nós e sobre nossos merecimentos.
Assim, se não acreditarmos que merecemos uma vida plena de amor e de suprimentos, saúde e bem estar, nenhuma força do Universo poderá nos ajudar!
Ninguém está acima da Lei de Causa e Efeito e essa lei divina decreta que temos o livre arbítrio.
Escolher ser um co-criador consciente depende só de você.
Mas, na prática, por onde começar?
É necessário trilhar o caminho do autoconhecimento e expandir a consciência de si.
Comece observando, por exemplo, o quanto você é dominado pela crença do “não-merecimento”! Saiba que os sentimentos de culpa são responsáveis por esse tipo de crença, pelas preocupações e imaginações daquilo que não queremos, como forma de nos punir e torturar.
Então, faça as pazes com você mesmo.
Perdoe todos os seus erros e falhas do passado.
Ame-se. Aceite-se. Respeite-se. Valorize-se.
Proteja-se dos pensamentos negativos e controle o uso da imaginação.
Acredite-se merecedor de todas as coisas boas desse mundo.
Visualize-se em plena saúde e bem-estar, rodeado de fartura e amor. Espere por essas coisas.
Agradeça à vida como se já tivesse recebido.
Aprenda sobre a força das afirmações e vigie muito bem as suas palavras que têm uma força tremenda. São elas que ajudam a atrair e a manifestar nossos desejos no mundo físico. São o “abracadabra” da fortuna e do infortúnio!
Ouse explorar as profundas dimensões de sua mente.
Torne- capaz de transformar a sua vida, superar dificuldades e limitações, mudar sua sorte, vencer problemas gigantescos, curar qualquer doença, atrair relacionamentos satisfatórios, prosperidade e abundância para a sua vida!
Lembre-se você está sentado sob a sua Árvore dos Desejos e pode começar a viver no paraíso agora!
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